Everton Costa participou duas vezes da corrida no Vidigal. É legal passar correndo pelas ruas e becos e ser motivado com a alegria e energia do povo

Everton Costa da Silva é corredor de longas distâncias e já participou duas vezes da corrida do Projeto de Braços Abertos no Vidigal. Na primeira vez, fez com duas amigas que estavam receosas em não agüentar fazer todo o percurso e na segunda vez correu com a filhado de 6 anos.  “A corrida na comunidade do Vidigal é diferente, além de ter um visual lindo a energia dos moradores motivam as pessoas que estão correndo a conseguir superar seus limites. É bem legal passar correndo pelas ruas e becos do Vidigal e ser motivado com a alegria e energia do povo da comunidade” comenta Everton.  Leia a entrevista completa:

“Gosto muito de poder sempre correr no Vidigal, ainda mais em um evento onde podemos interagir com os moradores da comunidade. Também fico feliz de outras pessoas que não moram naquela região terem a oportunidade de conhecer, pois muitos têm uma imagem de que o lugar seja violento e perigoso, porem não é nada disso. A comunidade do Vidigal é super tranqüila, segura e tem um visual deslumbrante da cidade do Rio de Janeiro.

Eu sempre treino no Vidigal subo toda a comunidade pela rua principal em direção ao campo da Vila Olímpica e depois sigo em direção ao pico do morro Dois Irmãos pela trilha. Gosto muito desse percurso pois me ajuda bastante a criar resistência em subidas e aprimorar minhas técnicas de subidas e descidas em trilhas, alem de poder contemplar o visual bem bonito do Rio de Janeiro.

A corrida que acontece no Vidigal representa bastante para mim , pois na minha primeira vez eu corri junto com duas amigas (Alessandra e Marina) que estavam com medo de correr, pois não conheciam a comunidade e pensavam não estarem suficientemente treinadas para agüentar os 6 km de prova.  Na segunda vez que corri foi bem legal, pois corri junto com meu afilhado que na época tinha 6 anos.

Eu e minha mãe iríamos correr os 6km e meu afilhado ia correr a corrida kids, porém meu afilhado iria ficar junto com minha tia enquanto rolava a corrida dos adultos, entretanto minha tia se atrasou e como não tinha ninguém para ficar com meu afilhado Gabriel, eu decidi correr com ele, achei que ele não agüentaria fazer os 6 quilômetros. Para minha surpresa nós conseguimos, fiquei  bastante feliz.

Quero fazer todas as corridas do Circuito do Projeto de Braços Abertos deste ano”.

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